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 Hinata-Sou - A pensão da felicidade

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Neo Andros Yoshinaka
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MensagemAssunto: Hinata-Sou - A pensão da felicidade   Ter Out 23, 2007 9:51 pm

Olá, pessoal! Estou deixando aqui uma fic, Hinata-Sou - A pensão da Felicidade, criação de André de Oliveira Bastos.

07 de janeiro de 1999, Fortaleza, Ceará.
Uma frente fria deixava o tempo frio, mas não o suficiente para chuvas.


Capítulo 1 – O começo de tudo

Entrada do portão G. 15:30

--- Olá, caros telespectadores! Hoje nós estamos em frente ao portão G que é por onde uma grande celebridade irá passar. E essa celebridade é André Bastos, filho do inventor do PS2. Ele estará saindo daqui direto para o Japão em um intercâmbio que ganhou por estudar na escola Fugiko Asakawa de japonês. – Diz alegremente a repórter de uma grande emissora de televisão

Uma pessoa vestindo sobretudo e chapéu marrons aparece com duas malas ao lado da repórter.

--- Senhor, o que você acha sobre o nosso famoso entrevistado.

--- Bem, minha senhora. Acho que não posso achar nada sobre alguém que não conheço pessoalmente. Mas se você
me der licença, eu preciso ir para pegar o meu avião no portão F.

O homem de sobretudo subitamente sai, deixando a repórter pasma por isso ter acontecido ao vivo.


Salão do portão F. 15:56
--- Hehehe! E eu que achava que o plano do meu pai de ligar para a emissora e avisar o portão errado não ia funcionar. – Dizia o homem de sobretudo.

Ele desabotoa sua roupa e retira o chapéu, revelando a face e terno de André Bastos, o filho de 14 anos do grande inventor do PS2. Ele era alto e esguio, provavelmente com 1, 68m de altura. Seu cabelo era negro como a cor de seus olhos e o terno revelava o gosto por roupas sérias e sóbrias.

--- Aqueles repórteres são facilmente enganados, puxa! – Dizia rindo André.

De longe podia ser avistado parentes e amigos de André, que davam Tchau para o filho do inventor.

--- Tchau, pessoal! Vocês estão no meu coração! Espero revê-los!

E dizendo isso ele ultrapassa o portão de entrada do embarque, porém é interrompido por um guarda que vigiava a entrada da porta.

--- Desculpe, mas você está acompanhado? – Pergunta o guarda.

--- Não, mas é que eu estou fazendo intercâmbio e bem...

--- Então vá ao check-in da sua empresa aérea e pegue um passaporte de intercâmbio para podermos habilitar sua viagem sozinho.

Desanimado, André caminha de volta ao salão do portão F e chega no check-in.

--- Oi, gostaria de um passaporte de intercâmbio!

--- Claro! Você poderia informar o seu nome? – Pergunta a moça do check-in para André.

--- André... Ah! De Oliveira Bastos!!!

Nesse momento, o esfregão do zelador que limpava uma mancha de cola que moleques haviam feito no segundo andar havia quebrado e caído sobre André, o fazendo errar o seu nome e ficar com a parte de baixo do esfregão presa na sua cabeça, o deixando com uma cabeleira loira enorme.

--- Senhorita Andréa, você só precisa agora tirar uma foto e nos dar suas digitais...

--- Droga esse maldito esfregão não está saindo, ele está colado na minha cabeça!!!!
Espera um pouco... Ela disse foto...? – Pensa André.

--- EI!!!! NADA DE FOTO!!!!!!

Um flash foi ouvido e André notou que seu esforço foi inútil, em poucos segundos ela encaixara as digitais dele no papel de intercâmbio.

--- Aqui está o passaporte, senhorita!

--- Sim, tudo bem... Mas...

PORQUÊ VOCÊ ESTÁ ME EMPURRANDO????

--- Estou lhe levando ao avião, senhorita! – Responde a empregada do Check-in.

--- Mas você tem que ver uma coisa, eu não sou mulher e esse cabelo aqui é...

--- Que seja...

André é empurrado ao avião e a porta é automaticamente fechada, só sendo seguida por um aviso do capitão para sentar-se e afivelar os cintos.

--- EU QUERO SAIR DESSE AVIÃO!!!!!

Depois de meia-hora de luta, André consegue tirar sua “peruca” dentro do avião.
Aeroporto de Tóquio, Tóquio, Japão. 8:39 do dia 08 de janeiro devido a Linha Internacional da Data.
--- Ainda não acredito que depois de toda aquela confusão eu ainda consegui chegar seguramente no Japão. Tudo que quero fazer agora é parar no próximo hotel e descansar...

André sai completamente cansado do Aeroporto, passando por várias ruas até chegar ao hotel Dragon Temple.
Rua principal da província de Hinata. 7:45 do dia 09 de janeiro.
André passeava pelas ruas de Hinata, prestando muita atenção para todos os lados.

--- Maldição, a promoção de intercâmbio diz que somente vou poder ficar aqui para estudar se eu conseguir me inscrever até o terceiro dia após chegar ao Japão! Que bom que um amigo do meu pai disse que tem uma loja em Hinata que...

André subitamente olha para cima e vê a placa de uma loja onde estava escrito: “Fazemos a escolha do seu colégio para você, a resposta será recebida no dia seguinte por carta.”

--- Rapaz! Acho que eu achei!

André rapidamente entra na loja e se posiciona em frente ao balconista.

--- Pois não, meu jovem! O que deseja? – pergunta o balconista virado de costas.

--- Poderia me indicar uma boa escola, por que eu sou intercambista e...

--- Só preciso da recomendação da sua escola que lhe forneceu intercâmbio, seu passaporte de intercambista e 50
dólares*.

André puxa o passaporte, o dinheiro e a recomendação do bolso.

--- Aqui está, mas o senhor não vai se virar?

--- Estou procurando uma coisa importante...

O balconista puxa os papéis da mão de André e se vira novamente...

--- Agora você já pode ir. – diz o balconista.

--- Hei, mas é que... – retruca André.

--- Seguranças!

--- Hum!? Seguranças?

Da escada surgem 2 seguranças que pegam André pelas roupas e lançam-no pela janela.
Rua das termas, Província de Hinata, Japão. 9:56...
Sem café-da-manhã...

--- Deus do céu, aqui no Japão tudo é muito modernizado, mas o ditado “O cliente tem sempre a razão” parece que ainda não chegou aqui não...

André para em frente a uma grande escadaria coberta por lindas árvores de cerejeira.

--- Uau, que lindo... As flores de cerejeira são mais bonitas ao vivo!

André olha para o lado e vê uma placa indicando para cima e tendo escrito: “Casa de Chá Japonês Hinata”



--- Legal, uma autêntica casa de chá... E vai ser um ótimo local para comer algo.

André começa a subir a escadaria até chegar até a metade e achar um caminho para a casa de chá. Chegando lá, ele se senta em uma das mesas onde é necessário ficar sentado no chão.

--- O que deseja?

André olha para o lado e vê uma mulher alta, cabelos médios e negros, usando um avental e carregando um cigarro na boca. Ela não parecia muito velha, mas também não muito nova. Mas o que impressionava mesmo André era o seu busto escondido pela blusa de malha.

--- Bem... Vocês têm o quê de especial aqui?

--- Se você quiser, nós temos pasta**. – disse a mulher que aparentava ser a dona do local.

--- Tudo bem... Pode trazer.

Em trinta minutos André foi atendido, podendo desfrutar livremente de um belo prato de comida, a última vez que havia comido havia sido no avião.

Acabou de comer em trinta minutos e já havia pagado a conta, podendo assim sair em busca de hospedagem.

--- A comida estava boa, mas preciso ir procurar um local para morar aqui no Japão. – fala André ao se espreguiçar.

André subitamente olha para a escadaria e pensa:

--- O que será que tem lá em cima?

E começa a subir a escadaria. Dizem que a curiosidade matou o gato, mas André nunca se importou com esse problema.

Ao chegar ao topo da escadaria, André pôde ver por completo um prédio que possuía três andares. O que o impressionava era ver que era um prédio que não havia sofrido a influência ocidental e continuava com aquele estilo japonês que explora a simplicidade. As paredes eram de madeiras e pintadas com muito bom gosto, a entrada era bem aberta e as janelas eram corrediças.



André, impressionado com o prédio, não nota que um objeto circular brilhante rola até o pé dele.

--- Rapaz! Que local... Hã!? O que foi isso no meu pé?

André se abaixa para pegar o objeto e o ergue até a altura da sua cabeça.

--- Redondo e com um pavio... Espera um pouco, eu disse pavio?

O objeto que estava na mão de André explode revelando ser uma bomba. André voa longe para trás, batendo as costas numa árvore. A última coisa que pôde ouvir foi um grito fino e doce que dizia:

--- Su! O que foi essa explosão?

*Vou fazer a história com dólares ao invés de ienes
**Comida francesa em formato de pastelão...

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"Nada pode ser obtido sem uma espécie de sacrifício".

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MensagemAssunto: Re: Hinata-Sou - A pensão da felicidade   Qua Out 24, 2007 6:56 pm

ah, é com os personagens de love hina, certo?
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Neo Andros Yoshinaka
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MensagemAssunto: Sim!   Qua Out 24, 2007 7:37 pm

Sim!

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MensagemAssunto: Hinata-Sou - A pensão da felicidade   Qui Out 25, 2007 11:54 pm

Capítulo 2 – Dormitório feminino com banho ao ar-livre
Local desconhecido, Hinata, Japão. 15:45

--- E então, Su. O que você acha?

--- Ele ainda está desacordado.

André jazia deitado sobre um futon num quarto decorado em estilo japonês. Estava sobre ele uma garota morena de cabelos loiros, usando uma roupa de colegial japonesa e com cara de sapeca. Seu estilo lembrava muito a uma mulher indiana. Sua cara de sempre feliz irritaria qualquer pessimista.



--- Hum... O quê? Como é que... – resmunga André.

André olha e nota a garota sapeca sobre ele.

--- AHHHHHHH!!!!! – se levanta e permanece sentado sobre o futon - O quê, como?

André olha para o lado e vê uma menina com um rosto pouco tímido, cabelos negros, olhar delicado, usava um suéter preto com uma saia azul escura. Parecia muito preocupada com André, o que o deixou um pouco envergonhado.



--- Bem... É que a minha amiga aqui... Ela é inventora e... – tentava falar a garota tímida

--- Nyá ha ha, é que eu estava testando o poder das minhas bombas de pólvora adicionada de reagentes químicos... – falou a garota indiana.

--- Bem, é que eu estava comendo na Casa de Chá e subi as escadas até aqui... O meu nome é André de Oliveira Bastos ou André Mijikawa de acordo com meu documento de nacionalidade japonesa. – dizia André mostrando um documento com sua foto e identificação como cidadão japonês.

--- E meu nome é Kaolla Su. – disse a indiana.

--- O meu é Shinobu Maehara. – disse a tímida.

De repente, a porta do quarto abre revelando duas pessoas. Uma delas era uma mulher de cabelos longos e ruivos, de uma aparência mais velha do que a das duas que se apresentaram, usava também um suéter e saia, porém eram amarelo e vermelho respectivamente.



Do lado dela havia um homem de cabelos escuros e usava óculos quadrados. Era um pouco mais alto que eu, 1, 71m para ser exato. Não possuía um porte físico muito forte, mas o André não poderia se gabar, já que nunca gostou de educação física. Usava uma blusa lisa com uma calça jeans.



--- Ele acordou? – perguntou o homem de óculos.

--- Deixe de ser estúpido, Keitarô! É claro! – gritou a ruiva para o homem de óculos enquanto dava um tapa na cabeça dele.

--- Me desculpe, Narusegawa! – gritava o homem de óculos.

André olhava isso tudo e achava muito engraçado.

--- Então, mocinho. Qual é o seu nome? – perguntou a moça que aparentava se chamar Narusegawa.

--- Meu nome é André de Oliveira Bastos, ou André Mijikawa de acordo com o meu documento de nacionalidade japonesa.

--- Prazer, André Mijikawa. Meu nome é Keitarô Urashima.

--- Prazer, meu nome é Naru Narusegawa.

--- Obrigado... Hehehe!

A porta é aberta novamente e abre caminho para mais duas pessoas: Uma mulher alta, de cabelos extremamente negros, pele branca e macia, carregava consigo uma katana. Usava um hakama, roupa tradicional de sacerdotisa japonesa. Essa hakama é constituída de uma blusa branca, grande e folgada e uma calça longa vermelha presa pela cintura.



A outra era uma mulher loira, mas com o cabelo mais claro do que a da Kaolla. Carregava consigo uma sacola com cinco latinhas de sakê. Possuía um olhar em forma de raposa, e tinha um sotaque muito parecido com o de Osaka.



--- Então ele se recuperou? – falava a mulher alta.

--- Como é o seu nome, jovenzinho? – perguntou a mulher do sakê.

--- Não acredito que vou ter que falar pela terceira vez... – pensou André.

--- Meu nome é André de Oliveira Bastos, ou André Mijikawa de acordo com o meu documento de nacionalidade japonesa.

--- Meu nome é Motoko Aoyama. – respondeu a mulher alta.

--- E o meu nome é Mitsune Konno. Mas pode me chamar de Kitsune, é meu apelido que significa raposa, você deve saber o porquê. – falou a mulher do sakê.

André nota que a sala estava cheia de pessoas e deduz que onde ele estava devia ser aquele prédio grande onde havia sofrido a explosão.

--- E onde eu estou? – pergunta André.

--- Bem... Você está dentro do meu quarto – responde Keitarô Urashima – que fica dentro da pensão Hinata.

--- Então essa é uma pensão?

--- Claro. Ou ainda não escutou? – resmunga Motoko.
--- Será que eu posso fica aqui? Eu estou precisando morar em uma pensão por causa do meu intercâmbio!

Do nada, todas as residentes começam a rir, menos Motoko e Shinobu.

--- Hahahaha... Me desculpa por rir, mas é porquê você não deve ter visto a placa na entrada. – fala Narusegawa.

--- E o que tem a placa? – pergunta André.

--- Lá tem escrito: “Dormitório feminino: Proibida a hospedagem de homens”

--- De onde você é? – pergunta Kaolla.

--- Eu sou do Brasil, ganhei intercâmbio por tirar o primeiro lugar de um curso de japonês, e eu sou considerado uma celebridade por lá...

--- Por quê? – pergunta Shinobu.

--- É porque eu sou o filho do inventor do PS2. E...

Todos os residentes gritam de súbito:

--- FILHO DO INVENTOR DO PS2???

--- Sim, é que eu... Ufs!

As garotas começam a fazer milhões de perguntas para André. Só que Mitsune puxa Keitarô para o lado e pergunta
para ele.

--- Hei, Keitarô, que tal o deixar morar na pensão?

---Como é que é, Kitsune? Por que essa idéia assim de repente?

--- Nós estamos com problemas financeiros, certo? Então que tal o deixar morar aqui? Ele vai acabar pagando todas as
dívidas!

--- Mas de onde você acha que ele tem dinheiro?

--- Ele é filho do inventor do PS2, ele deve ser um ricaço!

--- Acho que as garotas não vão concordar.

--- Nós as convencemos...

--- Tá legal, mas é pelo bem da pensão...

Keitarô entra no meio das garotas e pergunta para André:

--- Hei, André... Eu pensei um pouco e... Bem... Gostaria de morar na pensão?

--- O QUÊ!!!??? – gritou Naru de uma forma estridente, puxando Keitarô para a parede.

--- Urashima, o que está pensando? – pergunta Motoko.

--- Diga logo, Keitarô!!! – grita Naru.

--- Mas é que... Estamos com problemas financeiros na pensão e precisamos de alguém rico como ele.

--- Urashima, e se esse garoto for um pervertido, um tarado que chega atrás dos outros e... – fala Motoko instantes antes de André chegar e dizer:

--- Hei, Keitarô, eu aceito...

Motoko se assusta por André aparecer por detrás dela e puxa a espada da bainha.

--- ZAN – GAN – KEN*!!!!! – grita Motoko que se vira, lança um feixe de ar pela espada e acerta André que sai voando.

--- Apoaksrostakre – grita André em pleno vôo.

O teto é destruído e todos no quarto se calam por 30 segundos, até que:

--- MOTOKO, você viu o que fez??? – grita Naru no ouvido de Motoko a deixando confusa.

--- E o que pode ter acontecido com aquele jovem? – fala Keitarô.

--- Imagino que ele deva ter sido cortado em dois... – sussurra Kitsune.

--- Cortado... Em dois...?? – fala confusa a pequena Shinobu enquanto imagina André dentro de um caixão cortado em dois.

--- Eu... Juro que... Foi auto-defesa... Ele... Ia... – fala confusamente Motoko.

A porta do quarto se abre abruptamente assustando a todos, na porta estava André com um galo e um curativo enorme na cabeça.

--- Hehehe... Para quê essa violência? – falava André enquanto ria.

Todos no quarto ficam calados por mais 30 segundos.

--- Meu poder está tão fraco a ponto de não ter matado ele? – pensa Motoko.

--- Hei, gente, para quê esse silêncio? – pergunta André.

--- Você... Sobreviveu...? – questiona Naru.

--- Sim, não deveria?

--- Você voou até uma altitude de 30 metros, como você sobreviveu? – pergunta Motoko.

--- Sei lá, isso doeu bastante, mas cá estou eu recuperado. Também achei estranho.

--- Hei, Keitarô. – Naru vira para Keitarô – Ele não é parente teu não, né?

--- Claro que não, Narusegawa.

--- Não entendi essa. – fala André.

--- Simples. – fala Naru.

Naru dá um murro em Keitarô fazendo-o voar em direção a parede. Keitarô sai da parede e se levanta sangrando pela testa.

--- Entendeu? – perguntou Naru.

--- Quer dizer que eu estou imortal? – André pergunta a Naru.

--- Para sobreviver de um ataque da Motoko, você deve estar mesmo. Isso é incrível, parece que é só morar nessa pensão que as pessoas ficam invencíveis.

--- Me sinto mais forte, hehehe! – André começa a andar calmamente até tropeçar em uma tábua de madeira e cair em cima dos seios da Naru.

--- SEU PERVERTIDO!!! – Naru dá um murro em André que o prende no chão.

--- Vamos deixá-lo morar aqui? – pergunta Kitsune.

--- Fazer o quê... – suspira Naru.

--- Contanto que não seja outro pervertido. – fala Motoko.

--- Pode contar comigo! – grita André quando se levanta do chão na frente de Motoko.

Nesse mesmo instante André aparece abatido do outro lado do quarto.

--- E não me dê sustos, moleque. – diz rispidamente Motoko.

--- Claro... Motoko-san...

Keitarô dá a mão para André e ajuda-o a se levantar.

--- Então, posso mostrar o seu quarto?

--- Claro, Keitarô-san.

--- Pode me chamar de Keitarô.

Eles saem do quarto de Keitarô e André consegue finalmente visualizar as lindas cerejeiras que rodeavam a pensão, o corredor era situado às laterais da pensão, habilitando essa bela visão das árvores. Ao longe podia se ver um terreno descampado perto de uma pequena cachoeira. Os dois andaram até parar em frente a um quarto com o número 202, ao lado do quarto do gerente.

--- Aqui está seu quarto – diz confiante Keitarô.

Keitarô abre a porta e mostra um quarto típico de pensão japonesa, largo e dividido em duas partes, com uma mesa baixa no centro e uma televisão na primeira parte, e com um futon e armário na segunda. Havia também um pequeno canto para fazer e aquecer o chá.



--- Uau! Obrigado, Keitarô!

--- É um quarto bem parecido com o meu, espero que se acostume.

--- Não precisa se preocupar, eu tenho um dinheiro em banco que pode me ajudar a comprar uns móveis e utensílios para cá.

--- Claro. Mas agora eu tenho que ir... Hora de ir fazer as compras.

--- Então eu tenho que sair também, vou pegar minhas malas no hotel onde eu estava e trazer para cá.

André sai pela escadaria da pensão contente por ter conseguido um local para morar. Não era normal um garoto ir morar numa pensão feminina, mas ele gostara de ver quão feliz era tudo por lá. Notou pela primeira impressão que lá era o local certo para morar. Ao chegar no hotel, vê na recepção que havia recebido uma carta da loja de recomendação de colégios. Abriu-a e leu o que havia escrito:

“Senhorita Andréa,

Encontramos a escola perfeita para você, ela se chama Academia Mahora, e você não precisará se preocupar com o fato de que no Japão as aulas começarem em maio, já que lá será adotado o método ocidental, começando na metade de fevereiro. Você deverá se apresentar lá amanhã de tarde.

Centro de recomendação de escolas”

--- Maravilha, continuam com essa confusão de “Senhorita”...

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